A solução para o transporte público é a criação dos Banstustões Industriais

Para o problema do transporte pública nas grandes cidades a saída é óbvia, criada pelos Sul Africanos nos bons tempos, como medida exemplar para manter a gentalha infecta longe das cidades, é uma solução adequada e muito elegante,  eliminando-se assim a necessidade que grandes quantidades de elementos oriundos desta classe adentre aos centros urbanos dos homens bons. Criando Zonas Especiais habitadas pelos proletários e serviçais, onde nos limites entre a urbe e a zona se situariam as fábricas e as empresas para que o deslocamento deles fosse o mínimo possível, e que pudessem ser feito na maioria das vezes à pé ou quando muito em caminhões de transporte bovino.

Assim, se resolveria o problema do trânsito nas grandes cidades, ao se eliminar os ônibus que atravancam o fluxo das limousines pelos boulevards e avenidas da city. Os poucos serviçais que fossem precisos para o serviço braçal no município, seriam cadastrados e inseminados com um microchip identificador e transmissor de sinal GPS para fácil localização pelas forças de segurança, e assim adentrariam a cidade com hora marcada para saírem e aqueles que descumprissem o horário legal da jornada seriam capturados e conduzidos pela veraneio do DOPS para o bantustão mais próximo.

Trabalhadores sendo conduzidos pacificamente para o trabalho pelas forças de segurança

Então, se São Paulo está um caos não é por falta de alternativas válidas e de boas sugestões como esta que pessoalmente farei chegar em mãos do Governador Bandeirante, para que ele tome as devidas providências para pô-la em prática, é só falta de vontade efetiva de lidar com a massa ignara sublevada que tanto mal traz para o país.

 

35 comments for “A solução para o transporte público é a criação dos Banstustões Industriais

  1. Prof. Dr. Constantino
    30 de julho de 2013 at 8:54

    Brilhante solução para nosso transporte coletivo (urgh!), ó nobre professor. Tenho orgulho de nunca ter pisado em um busão. Ops, na verdade já subi em um. Foi na saída do avião em Miami até o terminal. Todo mundo tem algo a envergonhar em seu passado.

  2. Barão de Itariri
    17 de junho de 2013 at 0:13

    Fugindo do tema.

    Assim pode, assim dá! Pra mula velha, capim novo.

    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/patricia-kundrat-e-apresentada-como-esposa-de-fhc

  3. José Vicente de Magalhães
    16 de junho de 2013 at 18:24

    Grande estrategista Hariovaldo:
    Aqui na boa terra temos um experiência bantustônica que deu ótimos resultados; refiro-me a um bairro ali na saída do aeroporto que o nosso ACMão mandou cercar de muros altos, para que os turistas de Salvador não vissem essa gentinha pobretã. Deu resultado e tornou-se uma experiência a ser seguida por José Serra quando os votos de S. Paulo forem recontados. Parece-me que por aí os bem nascidos têm visagens deprimentes dessas favelas que ainda não arderam. Aliás no reinado de D. Kassab, não se sabe porquê o fogo era um ótimo aliado dos bons e de bens.
    Que S. Serapião inspire os nossos prefeitos, amen

    • Morvan
      16 de junho de 2013 at 21:45

      Boa noite.

      Caríssimo José Vicente de Magalhães:

      Mesmo considerando o “expertise” segregacionista do teneboros., digo, saudoso ACMão (d. a. seu), não podemos menosprezar a capacidade secessionista do grande D. Alagon de Nosferatus; foi ele quem criou as primeiras versões práticas das rampas anti-mendigos.
      Quanto ao Caixab, O Arrecadador, pode-se considerá-lo como o Nero moderno(?), pois o seu antecessor conhecia bem o fogo e seus flagrantes(!) poderes, mas não conhecia nada de favelas, nem muito menos de urbanização higienista.
      Caixab é o Nero “Reloaded!

      #PIG:VelhoDoRestelo!

      Saudações “Lula & Dilma: Escrevendo, de Forma Indelével, o Futuro do Brasil“,
      Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

  4. Pe. Iscariotes
    16 de junho de 2013 at 12:46

    Excelente Magister Hariovaldo. Por falar naquela terra de mandalas e mandelas, poderíamos usar a preciosa sugestão de Peter Jackson no filme distrito 9, criando um favelão murado e vigiado 24 hs por dia.

    http://www.youtube.com/watch?v=kd9QC0OL1eI

  5. Muarina da Santa Inocência Hilária
    16 de junho de 2013 at 11:32

    Magister Magnificentissimus e demais nobres confrades! Não seria melhor inspirarmo-nos no cinema alemão (refiro-me ao filme Metropolis) e criarmos bantustões subterrâneos? A patuléia ficaria alojada diretamente abaixo dos locais de trabalho, economizando enormemente as despesas de transporte, tão pesadas aos nobres empresários. Ao mesmo tempo, evitar-se-iam os atrasos que tanto prejudicam a produtividade…Também ficariam fora da vista e poderiam ser mais facilmente gerenciados, pois com a tecnologia hoje disponível (não é mais como no tempo de Fritz Lang) todo o bantustão poderia ser vigiado eletronicamente, impedindo que pessoas não autorizadas saíssem ou promovessem qualquer tipo de movimentação indesejável ou perigosa. Creio ser essa uma solução maravilhosa, eliminando-se a necessidade locais de residência, transporte público, escolas e demais equipamentos destinados à essas pessoas deploráveis, feias e fedorentas! As cidades seriam completamente transformadas, com largas avenidas e poucos carros de luxo, separadas por lindas mansões, parques,jardins e fontes, como nos palácios! A criação de tal sistema traria o paraíso na terra, cidades limpinhas, organizadas e povoadas por gente cheirosa e de bens!

    • Evo
      16 de junho de 2013 at 12:04

      Prezada Muarina

      De preferencia sem elevadores… Uma escadaria longa para chegarem na labuta ja aquecidos e no retorno cansados o suficiente para nao ter tempo para pensar em revolta!

      E tenho dito

      • Joseph Hill
        16 de junho de 2013 at 17:41

        Santa Inocência,

        Idéia assaz engenhosa.

        Tão boa que em 2007 o Almirante do Tietê iniciou sua implementação, cavando um buraco para colocar o elevador. Pena que teve de ser interrompida por problemas “técnicos”.

        http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL665-5605,00-CANTEIRO+DE+OBRAS+DO+METRO+DESMORONA+E+ENGOLE+CARROS+NA+ZONA+OESTE.html

    • Pe. Iscariotes
      16 de junho de 2013 at 12:38

      Ótima sugestão, beata Muarina. Cage of freedom.

      http://www.youtube.com/watch?v=5-1G-JoSxc8

    • Professor Hariovaldo
      16 de junho de 2013 at 12:59

      Que ideia magnífica. Mandarei-a para o Geraldinho.

    • Morvan
      16 de junho de 2013 at 20:23

      Boa noite.

      Caríssima Muarina Hilária:

      Brilhante (Epa!) intervenção (aliás, de intervenção, nós, os limpinhos e cheirosos, entendemos). É uma grande solução, mesmo não sendo a Solução Final, ainda!
      O bom é que, para aplicar a desinfecção, já temos experiência de outros camp., digo, centro de trabalhadores.
      #PIG:VelhoDoRestelo!

      Saudações “Lula & Dilma: Escrevendo, de Forma Indelével, o Futuro do Brasil“,
      Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

      • HENRIQUE
        16 de junho de 2013 at 21:19

        tarado,rsrsrs

  6. Hector
    16 de junho de 2013 at 10:24

    Cría cuervos y te sacarán los ojos. Quando porcos resolvem cultivar chuchús, Cheat Happens.

  7. 16 de junho de 2013 at 8:35

    Uma sugestão: na falta de veraneios do DOPS, poderíamos pedir emprestadas algumas Kombis àquela boa gente da Folha de Sum Paulo.

    • 16 de junho de 2013 at 8:41

      Há também uma solução da época dos governos de homens bons na Venezuela:

      • Bòla Ròsta
        16 de junho de 2013 at 12:28

        Esta me parece ser a melhor solução, mas pode ser melhorada, claro.
        Fazer um muro de concreto de 5 metros de profundidade e 5 m de altura mais uns arames farpados eletrificados em cima, uma mistura do muro israelense como antigo muro de Berlim.
        Poderia haver um portão fortemente vigiado onde as pessoas de benz poderiam passar para selecionar alguns serviçais.
        Se está ruim agora, imaginem na Copa!

        • Bòla Ròsta
          16 de junho de 2013 at 19:33

          Lamentável!

  8. Leitor da Veja
    16 de junho de 2013 at 8:02

    ATÉ O UNCLE KING FOI ESPANCADO!

    Calma. Isso aconteceu em algum lugar do passado quando o Uncle ainda não era o King mas apenas um jovem esquerdista desorientado. Foi a Estrada para Damasco do Uncle King que viu a luz, converteu-se, tornando-se o cidadão de meia idade endireitado e bem Amado que faz a alegria dos leitores da Veja. A exemplo de outro Amado (O Batista) ele reconhece que o policial que o espancou agiu bem e cumpriu o seu dever.

    Do blog do dito cujo (14/06/2013 às 15:40):

    Numa das invasões do Crusp, na USP, levei umas cacetadas. Não gostei, não. Apanhar é ruim. Mas considerei que o policial cumpria a sua função.

    • Morvan
      17 de junho de 2013 at 8:42

      Bom dia.

      Caríssimo “estômago blindado” Leitor da InVeja:

      Talvez por modéstia, pois este alopético líder carece de qualquer soberba, ele se refere ao tempo em que ele e outros democratas de igual calibre faziam sistemáticas desbaratagens de focos comunistas, não que ele, efetiva e comprovadamente participasse, como membro (epa!) oficial do C. C. C., do grande líder democrata Boris Cassoy (era assim que ele se autoidentificava, antes de se tornar “calunista“).

      Saudações “Haddad, a diferença entre um líder e um mero preposto está na capacidade de diálogo. Geraldinho Opus Dei desce o porrete. Haddad senta à mesa e dialoga“,
      Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

  9. Julio Cesar Fregguesia, professor de historinha
    16 de junho de 2013 at 3:01

    Aparthaidístico Mestre Hari Prado!
    Incrível como nossos homenz bons d’outrora nos deixaram as solucções para nossos probleminhas actuais com a rhalé. Bastando apenas colocarmos-nas em práctica. Venho lembrar, incluzive, que solução semelhante, saluctar e higienizadora, teve nosso tão amado e lembrado Lacerda na saudosa maloca, digo, Guanabara, quando, guarnecido de denodo, amor e de dóllares limpinhos e cheirosos da Aliança para o Progresso da América La de Cima, desterrou a bugiada que sujava o Centro e a Zona Sul para paragens bucólicas e pacíficas da Zona Oeste. Sem falar dos famosos banhos de mendiggos no Rio da Guarda. Ê saudade!
    Em temppo: Pelo visto no post anterior, a fabriciada vai aumentar por aqui, oremos e vigiemos!

  10. Antonio
    16 de junho de 2013 at 2:24

    Depoimento de uma senhora diferenciada, moradora do bairro de Higienópolis, que não tem condições de ir na Daslu comprar uma calça para filha porque, apesar de estar há OITO ANOS no programa Bolsa Esmola, o dinheiro dela nunca aumentou:
    http://www.youtube.com/watch?v=bkTLA3N2DgQ

    • Professor Hariovaldo
      16 de junho de 2013 at 10:01

      Congratulações a Vossa Excelência por ter sido o autor do comentário de número 15.000 no nosso sítio.

      Parabéns.

  11. SáeBenevides
    15 de junho de 2013 at 22:56

    Integracionístico Mestre,

    estava eu pensando: ghettos… não seria melhor?

  12. Dr. Aratinga Weddellii
    15 de junho de 2013 at 21:51

    Mestre, Condyscípulos,
    Vou montar em huma de minhas propriedades hum bantustão, do outro lado do ryo. Fabricaremos byscoitos com huma receyta que minha nettinha, usava no sécullo XV. É simples:
    Ř. dez gemaſ d’ouoſ e duaſ de craraſ e duaſ colhereſ de farjnha, de prata, tudo mujto bë batido ë huũa tijella noua pequena ou hũa certaã mũy pequena, e quanto maiſ alta tanto milhor, mea de mamtejgua, que ferua rrijo; e deitem tudo ally por huũa albarada de bico ë voltaſ como aletrja: e depoiſ que for feito, ponhaõ-no a eſcorer ë hũa jueira, e deitem-lhe por cima acuquar clareficado, e maiſ piſado cõ canela.

    Nocta:
    Ř: récipe.
    ë = e com til, que não tem no meu CP500.
    ſ = s antiquo.
    O resto é fácil.

    • Ximene, a Piedosa
      16 de junho de 2013 at 13:08

      Gastronômico Dr Ara,
      não entendo nada de política, como convém a uma fêmea submissa, mas esta receitinha…. ah ! Vou preparar ainda hoje…está tudo muito facinho de entender….Quem sabe alguns dos meus serviçais possam vender nestas tais manifestações.. os bravos policiais devem ficar com fome, e na falta de coxinha, os biscoitinhos podem até fazer successo…

  13. emerson57
    15 de junho de 2013 at 20:28

    tio hari,
    tenho só uma dúvida:
    será que amanhã vai dar praia?

  14. T. Mello Rego
    15 de junho de 2013 at 20:14

    Nobre mestre e demais confrades.
    Por que não fazer como Stalim que durante a segunda guerra mandou as industrias e o povo para os urais? Assim resolveríamos dois problemas de uma vez, a poluição e a choldra entupindo as ruas com suas carroças 1.0!

  15. frederico
    15 de junho de 2013 at 19:18

    Perfeito! A mais genial, digna de um verdadeiro mestre, solução até agora apresentada para resgatar nossa pátria das hordas infernais

  16. Coronel Lalado
    15 de junho de 2013 at 17:02

    Preclaro mestre D’Almeida Prado,

    O problema é que eles já moram em bantustões, com educação diferenciada e segurança diferenciada. Mas graças aos petralho-comuno-bolivarianos o que mais existe agora são os umpontozero, conduzidos por quem nunca leu um livro, a entupir as vias.

    E o que querem os baderneiros do movimento do passe livre? Que o governo subsidie o transporte público. Querem fazer crer que ficaria mais barato do que as grandes obras de infraestrutura necessárias para fazer o trânsito funcionar, ou seja, TODOS nós iríamos ao trabalho de onibus!! Que despropósito, só mesmo os comunistas!! Sempre com a perigosa intervenção estatal no livre mercado!! E como ficaria as obras e licitações tão necessárias nestes dias de juros baixos?

    O correto neste caso seria o bolsa-helicóptero para aqueles que moram em condomínios fechados ou em bairros de classe, isto sim ficaria barato e estaria resolvido o problema do deslocamento de quem é imprescindível no seu local de trabalho ou nos movimentos sociais dos shoppings.

  17. PedroCosta
    15 de junho de 2013 at 16:25

    Prolífico mestre Hariovaldo! Mais uma prova de vossa imensa sapiência. Somente vossência,uma pessoa com visão holística sobre planejamento urbano para oferecer uma solução a esse movimento pendular da patuleia, que tanto desconforto traz aos homens e mulheres de bens. Nem ao mais preparado dos gestores urbanos jamais ocorreu ideia tão óbvia e, ao mesmo tempo, de eficácia definitiva posto que, salvo esse poste no meio do caminho, os próximos gestores dessa urbe que hoje encontra-se totalmente abandonada, sem planejamento desde o longínquo mês de Janeiro p.p., incluirão essa demarcação como causa pétrea na lei que definirá o território dos homens bons e o da gentalha. “Cada macaco no seu galho, xô chuá”.

    • Morvan
      15 de junho de 2013 at 17:00

      Boa tarde.

      Caríssimo PedroCosta:

      — ‘… os próximos gestores dessa urbe que hoje encontra-se totalmente abandonada, sem planejamento desde o longínquo mês de Janeiro p.p., incluirão essa demarcação como causa pétrea na lei que definirá o território dos homens bons e o da gentalha. “Cada macaco no seu galho, xô chuá”.’.
      Para conformação com a nova denominação da patuleia, advinda do fleumático e dócil Promotor Rogério Zagallo, diria: — ‘… definirá o território dos homens bons e o da gentalha. “Cada bugio no seu galho, xô chuá”.’.
      No mais, sem qualquer epígrafe, dada a exemplaridade de vosso colóquio.
      Professor Hariovaldo para a ABL, ou, quem sabe, para o Ministério dos Transportes, numa futura “jestão” de D. Nosferatu, o Quasímodo.

      #PIG:VelhoDoRestelo!

      Saudações “Lula & Dilma: Escrevendo, de Forma Indelével, o Futuro do Brasil“,
      Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.

  18. Joseph Hill
    15 de junho de 2013 at 15:55

    Vetusto Mestre,

    Acredito que Alphaville, na capital bandeirante seja o primeiro “Bantustão Cheiroso” do mundo, pois congrega somente moradores da classe dos Homens de Benz.

    Os serviçais que lá adentram tem de passar por revista (íntima) na entrada e na saída.

    • 15 de junho de 2013 at 19:26

      ♫ Credo! Levei certa vez uma namorada à casa do irmão dela em Alphaville e tive que sair às pressas do carro para vomitar. Naquela época, eu não sabia a que ponto tinham chegado as coisas. Aquilo parece uma Celebration assombrada…

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.